A Jornada do Herói Vista Por Dentro e Ao Vivo – Uma Viagem Inédita

Tempo de leitura: 9 minutos

  1. Esta jornada está sendo escrita enquanto acontece (ou mesmo antes!).
  2. Não há qualquer garantia de que tudo serão flores.
  3. O roteiro desta viagem até existe, mas não dá pra entender porque está escrito sobre linhas tortas.

Deste modo, restam-nos os relAtos. Aguardemos por seus eFeitos…

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Atravessando o DEserto TRANsitório em Busca de Uma Vida Cheia de Vida

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relAtos eFeitos Nunca Antes Navegados – Uma Jornada de Muita Transformação

Você já deve ter visto/ouvido por aí dezenas de causos de pessoas bem-sucedidas contando como foi que chegaram lá: suas lutas, dissabores, aprendizados e conquistas até alcançar a vitória.

Mas agora você vai (ou não) acompanhar de perto a jornada de um cara que ainda não chegou lá (um desinfeliz ordinário, pode-se dizer – SEM autopiedade, por favor).

Será que esse cara vai conseguir?

E daí?

Te convido a acompanhar esta viagem/história que ninguém sabe o destino/final.

BÓRA?

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Atravessando o DEserto TRANsitório em Busca de Uma Vida Cheia de Vida

Todo mundo foi feito para um trabalho em particular, e o desejo por esse trabalho foi colocado em cada coração.” – Rumi

 

Neste momento de crise heroica, estou angustiadamente vendendo meu tempo em troca de dinheiro (dinheiro insuficiente, que fique bem clara a angústia do momento).

Em outras palavras, considero que estou:

  • prostituindo-me, isto é, desonrando minha essência e meu potencial em um emprego/serviço que não tem nada a ver (comigo);
  • sacrificando minha felicidade, minha existência!, em troca de um salário que NÃO paga minhas contas;
  • trabalhando em prol de uma empresa ultrapassada, política (no pior sentido do termo) e deprimente com muito potencial.

Pior: (tenho de admitir que) estou exatamente onde deveria estar!

Mas por favor, não tenha dó de mim. Ria comigo: o DEserto TRANsitório é uma piada!

↓  Ouça essa, com Cartola  ↓

♫  “Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir pra não chorar…”  ♪ 

Música-linda-de-arrepiar-os-pelos… Ótima trilha (sonora) para atravessar o DEserto TRANsitório em busca de si [email protected]

… d(-_-)b …

Bem… Voltando ao fundo do poço onde me encontro profissionalmente neste momento de crise heroica (isto é, prostituindo-me em troco de dívidas – não desvie os olhos da realidade – o.O).

— Credo, seu emprego não é tão ruim assim! Você está sendo ingrato etc., etc.

Posso ouvir o coro me convencendo a adorar a merda quentinha que é a zona de conforto onde a mediocridade adora se prostituir:

[coro funesto] — Não vá embora! Fique ‘só’ até o fim dos tempos se aposentar. Vai ser muito… er… ahn… regular!

Não, obrigado. Não, obrigado. Não. Muitíssimo obrigado.

Estou prestes a dar um passo adiante depois de haver estagnado retrocedido por 4 anos. Estou diante do desafio obstacular de construir uma carreira verdadeiramente próspera, saudável e feliz.

O que vem a seguir? Não sei. Sabe do que tenho mais medo? De continuar no DEserto TRANsitório por mais 4 anos. Seria muito descaso com a própria vida. Uma completa falta de juízo.

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O Pior Cenário Possível*

Rsrsrs. Trágico, não? Mas não é pra instalar o fim dos tempos no fundo do coração. Trata-se apenas de um exercício – deveras oportuno e (pra mim foi, muito) divertido.

* saiba mais sobre esse exercício curioso e outras Kuriositäten [Curiosidades] ao final deste artigo 😉

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Mó Lôko? Então Diz Aí:

 

Você acha que seria loucura ABANDONAR um trabalho que te deixa infeliz?

OU

Você acha que seria loucura CONTINUAR num trabalho que te deixa infeliz?

(…)

 

Ambas estão corretas, né?

É “só” uma questão de escolha…

…SUA VIDA.

Sei que é uma frase manjadona do Confúcio. Mas é que EU AINDA NÃO APRENDI…

Como Vive Um Futuro Ex-Funcionário do _ _ _ _ _ _* nos Dias de Hoje?

(* complete a lacuna com o órgão estadual de trânsito de sua preferência.)

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Em primeiro lugar, ele acumula dívidas.

— Isso é geral?

— Sim, todo bom futuro ex-funcionário do _ _ _ _ _ _ acumula dívidas. Se não acumula é porque não é bom o suficiente.

Em segundo lugar, mas não necessariamente nesta ordem, ele sonha que as coisas vão melhorar.

— Huahahahaha!!!! Huahaha…ha…h… Sério?!

— Sim, a esperança é a última a morrer, no sonho dele.

Em terceiro lugar, ele vê a morte da esperança.

— Ela morre de verdade?

— Sim, de desgosto. Mas um bom futuro ex-funcionário não acredita em morte. Ele acredita na vida eterna. A esperança morre na cara dele, mas ele não acredita. Ele vê e não crê. Porquê? Porque ele não abandona um barco furado. Porque ele veste a camisa. Ele é pau pra toda obra. E A-DO-RA um bordão.

Em último lugar, o ciclo re-inicia-se automaticamente. É uma história sem fim.

— Automático? Uau!

— …

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A Jornada Real de um Plebeu

Sabe do que tenho mais medo? De continuar no DEserto TRANsitório por mais 4 anos…”

Ato I – Prólogo

Eu não sou nenhum especialista em Jornada do Herói. Longe disso. Com toda liberdade poética a que todos temos direito, apenas me utilizo da ideia central dessa ‘fórmula’ (o arquétipo do herói), utilizada propositalmente e com muito sucesso em diversos livros, filmes e terapias.

Segue um vídeo curtinho –  3′ 48”  – pra você se tornar poeta no assunto:

Dentro de minha sábia ignorância sobre o tema, me vejo em algum lugar entre os Atos I e II (vide ‘Resumo da Ópera’, mais abaixo).

Também me vejo, ao mesmo tempo, em algum lugar entre os Atos II e III (isso é tão esclarecedor!).

Já recebi o Chamado da Aventura, que no meu caso seria empreender, e me tornei um ‘aprendedor profissional’, que nunca se sente preparado para dar o passo inicial* (Recusa ao Chamado).

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* no mundo do empreendedorismo, o jargão para ‘Dar o passo inicial’ é ‘Entrar no campo de batalha’ – o que não ajuda muito, para quem se sente engatinhando…

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Resumo da Ópera

Ato I – Prólogo

•  Mundo Comum – Consciência limitada de um problema   
•  O Chamado à Aventura – Aumento da consciência  
•  Recusa ao Chamado – Relutância à mudança   
  •  Encontro com o Mentor – Superação da relutância  Ψ


[…eu devo estar por aqui, acho…]

¯\_(ツ)_/¯

 

Ato II – O Novo

•  Cruzamento do Limiar – Comprometimento com a mudança  
•  Testes, Aliados e Inimigos – Experimentando a primeira mudança  ⊙︿⊙
•  Aproximação da Caverna Profunda – Preparação para uma grande mudança 

 

[…ou por aqui, eventualmente…]

¯\_(ツ)_/¯

 

Ato III – Crise

•  Provação – Tentativa de uma grande mudança   
•  Recompensa – Consequências da tentativa (melhorias e retrocessos) 

 

Ato IV – Clímax

•  Estrada de Volta – Rededicação à mudança 
•  Ressurreição – Última tentativa de uma grande mudança 
•  Retorno com Elixir – Domínio final do problema 

 


E se a TEORIA da jornada for diferente da MINHA realidade?

Bem, isso eu posso garantir: ela É.

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Ato II – Teoria x Prática (O Novo)

Na prática, os Atos (I, II, III e IV) podem se con-fundir. Assim como os Feitos, os eFeitos… Mas, acima de tudo, os relAtos!

Embora eu me considere um aprendedor profissional que ainda está engatinhando no mundo do empreendedorismo (que é um campo de batalha, vale lembrar), já arrisquei alguns passinhos. Foram passos tímidos, e com eles obtive resultados (adivinhe!) tímidos.

E mesmo sem haver ocorrido um Encontro Com o Mentor, superei a relutância e me comprometi com a mudança (Cruzamento do Limiar).

Não sei se ainda encontrarei algum mentor… Já estou no Ventre da Baleia, onde deveriam estar os Testes, Aliados e Inimigos – mas está tão escuro aqui dentro que não vejo nada disso…

“Talvez eu precise voltar e QUEIMAR A PONTE…”

 

[TESTE sua visão de raio-X] – LOCALIZE NA IMAGEM ABAIXO:

♠ um escudo

  uma baleia

♥  um parafuso

♦  um anel

(* é muito importante que você realize este teste de acuidade visual. Porque sim.)

Imagem: Marcelo la Carreta → http://lacarreta.com.br/jornada/

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Ato III – O Abandono do Script (Crise)

Esta história está ficando muito complicada, não?

Bem, já que se trata da minha própria caminhada, vou simplesmente abandonar a teoria da Jornada do Herói. Talvez venha a encontrar a Caverna Oculta, a Provação (onde considero que estou desde antes do Ato I) e a Ressurreição em algum outro momento.

Talvez eu dê de cara com o mentor, fulo da vida porque não o esperei.

Sinceramente não sei.

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Ato IV – Clímax

 O RETORNO DO HERÓI AO COMEÇO DO POST

E assim chegamos ao início deste artigo (que reproduzo novamente a seguir):

A Jornada do Herói Vista Por Dentro e Ao Vivo – Uma Viagem Inédita

  1. Esta jornada está sendo escrita enquanto acontece (ou mesmo antes!).
  2. Não há qualquer garantia de que tudo serão flores.
  3. O roteiro desta viagem até existe, mas não dá pra entender direito porque está escrito sobre linhas tortas.

Deste modo, restam-nos os relAtos. Aguardemos por seus eFeitos…

 

Atravessando o DEserto TRANsitório em Busca de Uma Vida Cheia de Vida

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relAtos eFeitos Nunca Antes Navegados – Uma Jornada de Muita Transformação

(…)

Será que esse cara vai conseguir? 

E daí?

Te convido a acompanhar esta viagem/história que ninguém sabe o destino/final.

Bóra?

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Não perca os próximos relAtos desta jornada façanhuda!

Insira o seu e-mail abaixo e acompanhe o futuro transformador dessa viagem imprevisível. >

 


Kuriositäten [Curiosidades] Para Aumentar o Peso da Sua Bagagem Cultural

 

Jornada (sinônimos de) – Caminho/Caminhada > Percurso >> Trajetória >>> Trabalho >>>> Sentido >>>>> Destino >>>>>>  VIAGEM.

Merda Quentinha – uma maneira mais impactante de se dizer ‘zona de conforto’. Aprendi com o Bruno Gimenes, neste vídeo aqui → Comodismo – Você Vive uma M… QUENTINHA?

Worst-Case Scenario [A Mais Pior das Hipóteses] (tradução poética) – Essa eu aprendi com Tim Ferris, em seu livro Trabalhe Quatro Horas Por Semana. Há uma palestra dele que fala sobre isso → TED Talks – Porque Você Deveria Definir Seus Medos Em Vez de Suas Metas

Resumo da Ópera – a expressão vem do italiano ‘sommario dell’opera’ [resumo da obra]. Saiba mais neste artigo divertido da CartaCapital→ Re. da Ó.

Queimar a Ponte – ou ‘Agora é impossível voltar atrás.’ Essa eu aprendi com o Érico (Rocha) → [vídeo] O Dia em Que Pedi Demissão